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Budapeste

Nova
byFugiu

Viajar para um país desconhecido sempre é uma atividade capaz de proporcionar experiências inesquecíveis. Para quem gosta de viajar, estar em um lugar com outras tradições e culturas é mais do que prazeroso. Trata-se, de fato, de uma verdadeira necessidade. Você aprecia ir para território estrangeiro e respirar outros ares? Que tal incluir um local mais do que especial na sua lista de destinos? Nós estamos falando sobre

a inimitável Budapeste .

Capital da Hungria, Budapeste reúne muitos atributos, o que justifica a presença constante de turistas por lá. Para muita gente, é mais uma daquelas localidades que ficam guardadas para sempre na memória. Dono de uma arquitetura bem expressiva, o centro artístico e cultural húngaro desperta a curiosidade de diversas maneiras.

Por que isso acontece? Porque a cidade oferece pontos turísticos que ultrapassam aquele turismo superficial. Em Budapeste , você não vai simplesmente trazer consigo somente algumas fotografias de belas construções e paisagens.

A cidade propicia o encontro com tudo isso, certamente. Mas não para por aí, pois ela é a essência do chamado turismo de experiência. Belos lugares, você pode encontrar nas mais variadas localidades do planeta. Já certas cidades, como Budapeste , geram profundas reflexões, daquelas que permanecem com os viajantes pelo resto da vida. Não é exagero algum afirmar que as pessoas privilegiadas, por conhecerem Budapeste , transformam-se. Aliás, toda autêntica experiência detém esse poder de transformação sobre nós.

Mas você deve estar bem curioso para saber o que Budapeste tem de tão especial, certo? Uma possível resposta seria: muita coisa. Nós vamos apresentar, a seguir, apenas os pontos principais. São aquelas passagens “obrigatórias” para quem deseja mergulhar no universo de uma cidade tão marcante. Prepare-se para realizar uma das viagens mais memoráveis da sua vida — antes, durante e depois! Boa leitura!

Budapeste

Diz o poeta que “viajar é trocar a roupa da alma” ...

A fascinante história de Budapeste

Para instigar ainda mais a sua vontade de conhecer Budapeste , nós vamos resumir um pouco a história da capital húngara. Por sinal, este é um hábito que deveria fazer parte da sua rotina de viagens para cidades com larga riqueza histórica. Ao fazer isso, a sua relação com os lugares selecionados no roteiro de viagem será totalmente diferente. Você se sente muito mais inspirado a desvendar os segredos dos lugares. Tudo com direito a algumas sensações de déjà-vu.

Afinal, a história mexe de tal forma com a nossa mente, que nós até criamos acontecimentos imaginários (ou não). Além disso, conhecer alguns detalhes acerca dessa incrível cidade já pode ser considerado uma primeira grande experiência. Em outras palavras, você nem colocou os pés lá, mas já sente aquele fascínio tomando conta do seu ser.

Para ter uma ideia sobre o que estamos falando, pense que Budapeste é tão antiga quanto o mundo. O nascimento dela remonta ao século I a. C. No início, o território que se chamaria Budapeste era ocupado pelos celtas. Depois, vieram os romanos. Em uma época caracterizada por expansões territoriais, o processo não era nem um pouco amistoso. Seja como for, o Império Romano foi responsável pela edificação de muitos anfiteatros.

O nome Budapeste , na verdade, refere-se a duas cidades, que se distanciavam uma da outra pelo rio Danúbio. Os nomes dessas cidades? Buda e Peste. Os nomes sempre (ou quase) dizem muita coisa sobre os lugares, como você verá logo mais abaixo.

O que nós chamados de Hungria, era, no início, um reino, erguido em 900 d. C pelo Império Turco. Cerca de 3 séculos depois, surgiu o Castelo Real. Foi nessa época que a cidade de Buda foi definida como capital da região dominada por húngaros e austríacos. A unificação de Buda e Peste, como você já deve haver deduzido, deu o nome de Budapeste. No entanto, essa mudança só se consolidou no fim do século XIX.

No decorrer da Segunda Guerra Mundial, Budapeste foi devastada. Demorou algum tempo, mas a cidade se recuperou. Atualmente, se você visitá-la no verão, será presenteado com belos campos de flores. De certa forma, as preciosas flores da cidade simbolizam muito bem o renascimento de uma das cidades mais imponentes da Europa. Além de flores (na época certa, claro), é bom frisar que você também desfrutará de uma infraestrutura impecável.

A lista de possibilidades relacionadas a Budapeste é longa. Existem alguns lugares, entretanto, que merecem maior atenção. Conheça cada um deles na sequência!

Nagy Zsinagoga — Grande Sinagoga

Como dissemos anteriormente, os nomes usados em Budapeste não são gratuitos. Assim, a Grande Sinagoga leva tal adjetivo devido às dimensões impressionantes que ostenta. Para sermos justos com esse local tão esplendoroso, vale dizer que a grandiosidade não se limita à construção.

Sabe aqueles lugares que parecem conversar com você? Isso acontece na Grande Sinagoga de Budapeste . Não é à toa que, ao colocar os pés no interior dela, a maioria das pessoas não resiste e, simplesmente, chora. Independentemente do seu grau de apego religioso, a sinagoga emana uma daquelas energias inexplicáveis. Impossível não se deixar contagiar.

Quando estiver lá, você notará que boa parte desse encanto se deve à arquitetura. Relativamente nova, a Grande Sinagoga foi erigida só no fim do século XIX. O artista encarregado de honrar a fachada com nuances que mesclam alguns dos mais importantes movimentos arquitetônicos foi Ludwig Forster. Ao todo, o conjunto é combina harmoniosamente alguns traços das arquiteturas gótica, bizantina e mourisca.

Já a ala interna foi de responsabilidade de Frigyes Feszl, renomado arquiteto húngaro da época. Um detalhe bem curioso é o fato de a Nagy Zsinagoga contar com um órgão de tubos. Coisa rara nesse tipo de ambiente, o primeiro órgão era tão deslumbrante quanto a própria edificação. Ao todo, o instrumento musical continha aproximadamente 5 mil tubos! Vale o registro que, Franz Liszt, um dos compositores alemães mais relevantes da música clássica, já esteve na Sinagoga.

A Grande Sinagoga também resguarda uma relevância histórica particular: o entorno foi um dos chamados guetos judaicos. Dali, os judeus locais eram encaminhados à morte. Por essa razão, a sinagoga é ainda mais valiosa para as famílias judaicas — de qualquer parte do mundo.

O cemitério construído ao lado da Grande Sinagoga representa um registro de tempos tão sombrios. Apesar do passado triste, é importante lembrar que a Grande Sinagoga é sobretudo, sinal da força de um povo. Prova disso é o renascimento de Budapeste , do qual já comentamos brevemente.

Mais especificamente, essa força vital é perfeitamente ilustrada pela denominada Árvore da Vida. Ainda mais recente, essa escultura foi inaugurada no início dos anos 90 (1991). Cada folha do salgueiro contém o nome de alguma vítima do Holocausto.

A Grande Sinagoga e a Árvore da Vida nos fazem iniciar um longo percurso. Nele, passamos pela vida, nos encontramos com a morte e, por fim, nos alegramos com a nossa capacidade de renascer. Mais do que simples enfeites, os nomes dos judeus da Árvore enfatizam que nada supera o valor da vida.

Também vale salientar a presença do Museu Judaico. Ele está localizado na parte de trás da Sinagoga, próximo do Memorial do Holocausto Raoul Wallenberg. Por lá, você se deparará com um rico acervo sobre a vida do povo judeu, além de diversas relíquias judaicas.

Vale lembrar que o entorno da região oferece bares bem interessantes. O Instant e o Szimpla são dois deles. Em edificações envelhecidas, esses pubs se parecem com verdadeiras garagens com caminhos sinuosos. Nem precisa dizer que é outra experiência única de Budapeste .

Budapeste


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Hungarian Parliament Building — o Parlamento de Budapeste

A palavra parlamento costuma evocar um conjunto de processos burocráticos. No entanto, os parlamentos europeus carregam uma história tão rica e viva, que eles merecem outro olhar. Bom, ao menos alguns deles, como o Parlamento de Budapeste.

Contemporâneo da nossa querida Grande Sinagoga, o referido parlamento também data do fim do século XIX. Com relação ao tamanho em si da obra, esse é o 3º maior parlamento do mundo. Ele só fica atrás (em extensão) dos parlamentos romeno e argentino.

Pode nem sempre corresponder à realidade, mas geralmente os parlamentos representam o poderio econômico de um país. Era assim séculos atrás. Os anos passam, mas as construções ficam. No caso, estamos falando de um prédio com quase 700 salas, dispostas ao longo de cerca de 270 metros.

A arquitetura do Parlamento de Budapeste recebe a assinatura de Imre Steindl. Húngaro, Steindl ficou famoso pela preferência dos toques góticos em suas construções. São igualmente dele a estilização da Igreja Santa Isabel e a Câmara de Budapeste .

Imagine só a sensação de caminhar pelo interior de uma construção tão singular como essa! Você pode e com direito a andar sobre um tapete vermelho, cuidadosamente colocado na entrada principal do edifício.

Um dos grandes destaques da visita ao Parlamento de Budapeste é a Sala da Cúpula. Só o fato de andar por uma sala que abriga estátuas de antigos reis húngaros já é, no mínimo, interessante. Devidamente protegida por uma vitrine, está a coroa que, em certos tempos, foi usada pelo rei Szent István király. Em bom português, nós podemos chama-lo de São Estevão ou Estevão I.

A visita interna é totalmente recomendada. Mas quer ver uma cena maravilhosa e que ficará eternamente fixa na sua retina? Visite o Parlamento de Budapeste à noite. Quando o sol se põe e o céu é dominado por tons noturnos, o que se vê é um espetáculo brilhante.

As luzes pertencem ao próprio Parlamento, totalmente iluminado — do início ao fim. O aspecto charmoso da construção fica por conta da tonalidade amarelada da iluminação. Acima, o prédio é coroado pelo céu noturno.

Um detalhe interessante é a baixa frequência de turistas por lá à noite. Isso torna a ambientação perfeita para um belo e relaxante momento de contemplação. Além do silêncio reinante, você poderá ouvir uma ou outra revoada dos pássaros locais. Ao lado, as águas do rio Danúbio. Do outro lado do rio, o igualmente impressionante e iluminado Castelo de Buda.

Em poucas palavras: a experiência é de outro nível, assim como a própria atmosfera do lugar. Portanto, visite o interior do prédio à tarde e retorne à noite, para vivenciar esse espetáculo sensacional! Vale muito a pena o passeio às margens do rio Danúbio em direção ao Parlamento.

Vajdahunyad Castle — Castelo de Vajdahunyad

De nome complicado (como qualquer outra coisa da língua húngara), o Castelo de Vajdahunyad é simbólico. Em outras palavras, não é bem um castelo, ou seja, não foi ocupado por reis e rainhas. A ideia era só fazer uma homenagem ao milênio da Hungria, o que já faz tempo — foi em 1897.

Os idealizadores do projeto nem tinham a pretensão de manter o Castelo em pé. Inclusive, isso explica a proposital frágil estrutura da obra: madeira e papelão. Acontece que o Castelo foi tão elogiado pelo público, que veio a decisão de edifica-lo, de fato.

Em termos de estilo arquitetônico, temos mais uma daquelas misturas geniais dos artistas da época. No Castelo de Vajdahunyad, um dos realces provém da já consagrada arquitetura gótica. Harmoniosamente, ela divide o espaço com a variante barroca e renascentista. Um dos segredos por trás da obra é junção de 20 construções famosas da Hungria.

O espaço interno também é valorizado, mas desta vez pelo Museu de Agricultura da Hungria. Para quem gosta do ramo, o passeio propicia o maior acervo sobre o tema em solo europeu.

Miniversum — Museu de maquetes

Descrever o Miniversum é uma tarefa complicada. Tanto é assim que o lugar recebe o título de Miniversum Experience. Eis uma ótima definição, já que estamos enfatizando a experiência da sua ida a Budapeste .

No Miniversum, adultos e crianças se divertem bastante. Ao longo das salas, estão expostas várias localizações importantes da Áustria e, essencialmente, é claro, da Hungria. Budapeste tem o seu espaço especial reservado em miniaturizações que chamam a atenção pela riqueza e minúcia de detalhes. Se você começar a reparar em todos os pontos das maquetes, ficará alguns bons minutos em cada um deles.

Só isso já seria genial, certo? Mas nós ainda não falamos sobre o maior destaque do Miniversum: o museu é interativo. Existem alguns botões que acionam veículos pelas vias, além da possibilidade de iluminar algumas construções. Por todas essas razões, o Miniversum é mais um local imperdível de Budapeste .

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